segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Ninguém


Minha flor, murcha entre Este sou eu para todo o sempre
Um dos perdidos
Aquele sem nome
Sem um coração honesto como bússola
Este sou eu para todo o sempre
Um sem um nome
Estas linhas são o último esforço
Para encontrar a perdida linha da vida             

Oh, como eu desejo uma chuva suave
Tudo o que eu quero é sonhar novamente
Meu coração amoroso perdido na escuridão
Por esperança eu daria meu tudo

As páginas dois e três
O florescer único e eterno
Se foi com meus pecados
Ande pelo caminho escuro durma com os anjos
Peça ajuda ao passado
Toque-me com seu amor
E revele para mim meu nome verdadeiro
De uma vez por todas e tudo de uma vez
Ninguém, meu nome para todo o sempre

Ninguém, navegando para casa
Ninguém, deixando ir



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